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Que tal ganhar um lindo Moleskine da Kezi?!

>> quinta-feira, 21 de junho de 2012

Oi gente!
Tudo bem?
Estou sumida ne?!
Mas apareci e este post é para abrir a temporada de férias aqui no blog!
Já que estou de férias da faculdade e graças a Deus rumo ao 4 período, isso significa que esse blog terá muitos posts, e muita coisa bacana!
E porque não começar presenteando vocês com um lindo moleskine!
Pois é gente, esse sorteio será com um lindo moleskine(bloco de anotações) desenvolvido em uma das oficinas da kezi!
Para quem ainda não conhece, a kezi é o primeiro website brasileiro voltado ao ensino à distância de técnicas para criações handmade (arte feita à mão).

A Kezi possui:
- Oficinas online, onde você aprende as técnicas do handmade;
- Loja Virtual, onde você pode comprar os materiais para fazer seus próprios trabalhos;
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Esse é o moleskine que eu ganhei! Quer ganhar um também?

Saiba como participar!!

Regras:

-Deixe um comentário nesse post, com nome, email, cidade/ estado onde mora;
-Será válido comentários até o dia 28/06/12 as 23:59h.
-E o resultado sairá no dia 29/06/12.
-O ganhador terá até o dia 01/07/2012 para responder meu email me passando todos os dados para envio do prêmio.
-O prêmio será enviado pela Kezi.

Participemm!!!





Visite o site: www.kezi.com.br



Beijos e volto em breve com novidades! :D


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Postagem coletiva - Crianças desaparecidas

>> segunda-feira, 25 de maio de 2009

1247 crianças e adolescentes estão desaparecidos no país, diz governo.


Os números podem ser maiores, já que muitos casos não são registrados. O motivo mais comum é a fuga de casa por causa de conflitos familiares.

Relatórios do governo federal apontam que 1.247 crianças e adolescentes estão desparecidos no país atualmente. Porém esses números devem ser maiores, já que muitos casos não são registrados, é o que conclui o estudo do governo. O principal meio para encontrar essas crianças e adolescentes é a divulgação de fotos.

Graças à distribuição de panfletos com o rosto da filha desparecida, a mãe da estudante Júlia, de 9 anos, conseguiu encontrar a menina, que desapareceu em um dia de praia lotada, no Rio de Janeiro. A mãe da estudante acredita que a divulgação com os cartazes feitos pelo programa SOS Crianças, levaram o criminoso a abandonar a menina sã e salva, dois dias depois, perto de onde ela sumiu.Luiz Henrique, do SOS Crianças, acredita que a imagem divulgada em vários meios, como cartazes e planfletos, acaba pressionando a devolução da criança.
Cerca de 85% dos desaprecimentos de crianças e adolescentes são solucionados por causa da divulgação. Os rostos dos desaparecidos estão nos recibos de pedágio das principais estradas do Rio e São Paulo. Mas, como as crianças mudam rapidamente de fisionomia, a delegacia de desaparecidos de Curitiba usa um programa de computador que simula o envelhecimento do rosto de uma criança, mostrando como ele seria hoje.Segundo as delegacias, 85% dos desaparecimentos são solucionados. A família deve fazer o registro na delegacia mais próxima. Uma lei em vigor há três anos determina que a procura de menores desaparecidos deve ser imediata. Não há necessidade de esperar 24 ou 48 horas, como muitas pessoas ainda acreditam.

Motivos do desaparecimento

O principal motivo de 75% dos desaparecimentos é a fuga de crianças e adolescentes por causa de conflitos familiares. Os outros motivos são filhos que se perdem dos pais (9,51%), crianças levadas por parentes ou desconhecidos sem violência (7,63%), e rapto (5,3%).Um dos casos é o da estudante Jéssica, de 17 anos, que ficou nove dias numa favela com o namorado. A jovem garante que não pretende fugir mais. “Eu vi o que minha mãe passou , eu vi o que eu passei. Por mim, tb o que passei, eu não faria,” afirma a jovem.

Fonte: Portal G1

Sites oficiais de crianças e adolescentes desaparecidos:

Ministério da Justiça: http://www.desaparecidos.mj.gov.br/
Crianças desaparecidas RJ : http://www.fia.rj.gov.br/SOS.htm
Crainças desaparecidas MG: http://www.desaparecidos.mg.gov.br/

Vamos ajudar! Beijoss!

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Blogagem coletiva em defesa da infância - Registro de abuso sexual de crianças em SP triplica, e agora envolve avós.

>> segunda-feira, 18 de maio de 2009

Por: David Moisés

Triplicou o número de crianças vítimas de abuso sexual levadas a atendimento em unidades de apoio comunitário nas zonas sul e leste de São Paulo. De outubro de 2008 para cá, a média de novos casos passou de dez por mês para um por dia, informa a pedagoga Ana Cristina Silva, coordenadora da Rede Criança de Combate à Violência Doméstica, organização que atua há dez anos nas duas regiões, em parceria com a prefeitura e o governo federal.

Chama atenção também o aumento dos casos envolvendo crianças mais novas. “Costumamos atender vítimas na faixa de 7 a 14 anos, mas têm aparecido muitas vítimas de 2 ou 3 anos de idade”, observa Maria José de Morais, que lidera a unidade de Aricanduva. Outra novidade desconcertante: os pais biológicos são maioria entre os agressores e, agora, também os avós começam a aparecer neste grupo.

Maiores agressores, por número de casos em atendimento nas unidades da Rede Criança nas zonas leste e sul de SP até 15/05/09:

1º – Pai

2º – Padastro

3º – Mãe

4º – Avô

5º -Avó

6º -Tio

7º – Desconhecidos

O quadro reflete um número maior de pessoas dispostas a denunciar os abusos e a procurar ajuda, e não necessariamente um aumento no número de vítimas. Quanto a isso, não há indicação estatística. “O que temos hoje é a estimativa de que, no mundo, a cada 3 minutos uma criança sofre abuso sexual”, diz Ana Cristina.

O aumento de registros se deve, segundo a coordenadora, ao fato de haver hoje mais informação a respeito do abuso sexual de crianças, na mídia e também em escolas e unidades de saúde. “Costumávamos receber vítimas e agressores encaminhados pelas varas de infância, varas criminais e conselhos tutelares, e agora também hospitais e unidades básicas de saúde nos encaminham, além da própria comunidade.”

Há 457 casos de abuso sendo tratados pelos 46 assistentes sociais, psicólogos e pedagogos nas três unidades da Rede Criança (duas na zona leste e uma na zona sul). Meninas e meninos, praticamente em igual proporção, recebem atendimento e participam dos diversos grupos de apoio e atividades terapêuticas.

O trabalho envolve também um total de 380 famílias. “O abuso sexual não afeta só a vítima direta, mas também seus irmãos; e o grupo familiar se desestrutura”, diz Giovana Odinna, da unidade da zona sul. Esses números foram atualizados na última triagem quinzenal da Rede Criança.

O estupro é o tipo mais numeroso entre os casos atendidos, tendo homens e mulheres como protagonistas. Mas há entre as crianças muitas que foram seduzidas ou forçadas a satisfazer os adultos por meio de masturbação. Em todos os casos houve, pelo menos, atos libidinosos. “Não há dúvida da intenção maliciosa do adulto, porque isso aparece no estrago psicológico que a criança apresenta”, conta Maria José.

As vítimas de atos libidinosos, ou “bolinação”, relatam a manipulação dos genitais, beijos e mordidas, por exemplo. “Abuso não é só a violação”, explica Maria José. Tudo o que caracterize o uso da criança para satisfação sexual do adulto é considerado abuso e, portanto, é crime. E toda forma de sedução e uso de crianças para o prazer sexual de adultos é devastador para a infância.

Essa devastação tem sido perpetrada por muitos pais biológicos e, surpreendentemente, por avós, segundo os registros da Rede Criança. Há casos em que o casal comete abuso. “Há mães que abusam, pais que abusam, parceiros que ocultam o abuso cometido pelo outro, e casais em que ambos abusam”, diz Ana Cristina.

Os avós abusadores são mulheres e homens que ficam em casa durante o dia, e se aproveitam da condição de estarem cuidando dos netos. “São pessoas que perderam seus parceiros, ou não têm prazer com eles, e se envolvem com os netos naqueles momentos em que dão banho, trocam de roupa…”

Entre os abusadores, de todas as idades, há muitos que agem pela conveniência da oportunidade, há os que se consideram no direito de fazer uso dos filhos para seu prazer e há os pedófilos, que sentem desejo sexual por crianças, especificamente.

Em qualquer caso, o abuso é crime, mas nem sempre é possível reunir provas para levar à prisão um abusador. “É difícil comprovar a prática de bolinação”, diz Maria José. Uns poucos agressores confessam. Ainda assim, a Rede Criança atende hoje 57 abusadores e suspeitos, muitos deles forçados por ordem judicial.

As equipes da Rede Criança ainda investigam se há um crescimento na ocorrência do abuso, mas só o aumento do número de encaminhamentos é suficiente para trazer preocupação. Por enquanto, a estrutura dá conta, mas Ana Cristina já vê surgir a necessidade de reforço. “Não queremos que vítimas de abuso sofram ainda mais em listas de espera por atendimento, mas vamos ter de pensar sobre isso.”

A tendência é de um aumento na procura por atendimento, até porque a Rede Criança está ampliando o trabalho de orientação em escolas e na rede pública de saúde, para que saibam identificar e encaminhar vítimas. “Os professores e os médicos precisam saber que, muitas vezes, por trás de um problema disciplinar ou de saúde há um caso de abuso sexual.”

Para denunciar e buscar ajuda:

Rede Criança – São Miguel Paulista Av. Águia Haia, 4378 Fone: 11 2280 0746

Rede Criança – Campo Limpo Rua Francisco Jerônimo, 116 Fone: 11 5511 9111

Rede Criança – Aricanduva Rua Forte Ernesto, 9A Fone: 11 2036 8287

FONTE: BLOG NÓS – ESTADÃO

Participe você também! Saiba como pelo blog Diga não à Erotização Infantil.
Isabel adorei sua iniciativa! Estamos juntas nessa!

Meninas, amanhã eu conto como foi a festa! Peguei uma gripe e estou mal! Amanhã estarei melhor! Beijão

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